Centro de Coordenação dos Assuntos do Género (CeCAGe)

Author name: lenine

Formação

2ª Edição do curso intitulado Liderança Transformativa de Género (LTG)

O Centro de Coordenação dos Assuntos do Género (CeCAGe) é uma unidade orgânica da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), que tem como missão, realizar investigação e coordenar acções de formação, advocacia e extensão com abordagem para a perspectiva de género, por forma a promover a igualdade de género na UEM e na sociedade. O CeCAGe é uma referência nacional e internacional em ações de pesquisa e na oferta de cursos de curta duração sobre as temáticas de gênero e fins que promovem a igualdade de oportunidades e os Direitos Humanos de Homens e Mulheres Neste contexto, e tendo em contato com o desafio de se tornar um centro de excelência sobre as temáticas de género e diversidades, o CeCAGe vai oferecer o Curso intitulado Liderança Transformativa de Género (LTG), entre os dias 16 a 20 de Outubro de 2023. O curso tem como objectivo doptar os participantes com ferramentas sobre a abordagem do género para que possam usá-las estrategicamente no desafio dos aspectos culturais contratados para homens e mulheres, raparigas e rapazes na realização da agenda 2030; e capacitar os participantes em metodologias que lhes ensinarão que permitirão diferenciar a liderança da gestão, identificando o seu estilo de liderança pessoal, bem como compreender outros estilos de liderança e a capacidade de liderar uma equipe de forma eficaz, assim como conhecimentos em áreas transversais como: violência baseada sem gênero e assédio sexual. Pelo que, sabemos da importância do papel desempenhado pela instituição que V. Excia tão sabiamente dirige, gostaria de convidá-lo a inscrever seus colaboradores e/ou seu pessoal para participar nesse curso sobre LTG. Na mesma senda, o CeCAGe, aproveita a oportunidade para informar que o mesmo curso pode ser oferecido de forma exclusiva aos seus colaboradores e/ou ao pessoal do setor/instituição de Vosso, mediante solicitação feita ao CeCAGe para o efeito, garantindo desta forma uma abordagem mais setorializada.

Extensão, Investigação

INFORMAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO FINANCIADO PELA EXXONMOBIL LIMITADA

O Centro de Coordenação dos Assuntos de Género (CeCAGe) da Universidade Eduardo Modnlane concorreu e ganhou um projecto de formação sobre o “Acesso de Raparigas e Mulheres nos cursos de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (CTEM) na UEM” financiado pela ExxonMobil Limitada. O projecto foi desenhado para ser implementado em duas fases. A primeira fase do projecto consistiu na selecção de raparigas da 12 ª classe que foram preparadas para prestarem exames de admissão nas instituições de ensino superior em Moçambique. As raparigas beneficiárias foram selecionadas em cinco escolas secundárias da cidade de Maputo, nomeadamente: Escola Secundária Francisco Manyanga, Escola Secundária Josina Machel, Escola Secundária de Laulane, Escola Secundária da Polana e Escola Secundária de Lhanguene. Depois que lhes foram ministradas aulas de preparação nas matérias exigidas para os cursos de CTEM especificamente: Matemática, Física, Química e Desenho, as raparigas prestaram exames de admissão e foram admitidas um total de 12 (doze) raparigas sendo duas na UEM e as restantes em outras instituições de ensino superior privadas. A segunda fase do projecto será focado nas raparigas da 10ª classe nas escolas mencionadas com o objectivo de sensibilizá-las sobre a importância de se formarem nas áreas de CTEM.

Eventos

SUBMETA A SUA CANDIDATURA Yali 6ª EDIÇÃO (6 A 31 DE AGOSTO, 2018)

Os candidatos devem possuir os seguintes requisitos: · Idade (18-35) Demonstrar compromisso para desenvolver as suas comunidades, os seus países e o continente Africano · Experiência comprovada e histórico em Administração Pública, Negócios e Empreendedorismo ou Liderança Cívica · Cidadãos dos seguintes países: Angola e Moçambique · Possibilidade de se dedicar a um programa de treinamento residencial de quatro semanas · Proficiência na língua Portuguesa. O programa incentiva as candidaturas de: · Pessoas de comunidades rurais e economicamente desfavorecidas Jovens líderes com deficiência Mulheres · Pessoas que são HIV positivas ou que vivem com SIDA Indivíduos que representam e defendem os direitos das comunidades LGBTIQ · Outros grupos minoritários A candidatura e a participação no programa é grátis. Os impostos incluídos ao transporte de ida e volta disponível para o local do programa, alojamento, refeições e material do curso. Todas as outras despesas não mencionadas neste ponto estarão a cargo do participante. As candidaturas para a 6ª edição estão abertas até ao dia 29 de Abril de 2018 (23:59, Horário de Moçambique). O programa é presencial e requer um compromisso de assistir todas as atividades do dia 6 a 31 de agosto de 2018. Na sequência do programa presencial, há um componente para realizar um projeto durante três semanas no período pós participação na componente presencial . Para submeter a sua candidatura, visite o site da YALI RLC SA: https://yaliafricaaustral.melimu.com/ ou Catarina Munguambe, +258 82 83 60 170; Email: catarinajohane@gmail.com ; Aniandes Mutemba. Tel: +258 84 5985824 +258 823651450 Email: aniandes.gerson@gmail.com ou Bento Marcos Email: marcobg@unisa.ac.za

Eventos

TERCEIRO CAFÉ GENERUS

Realizou-se esta Quinta-feira, 3 de Junho, o Terceiro Café Generus, subordinado ao tema Emancipação e Direitos das Mulheres numa Perspectiva do Direito em Moçambique. O evento que teve como moderadora a Sra. Célia Buque, Jurista e Diretora-Adjunta do Centro de Coordenação dos Assuntos de Género (CeCaGe) da UEM, foi moderada por Ezra Nhampoca, Presidente da Associação Sororidade Moçambique e teve lugar na Faculdade de Ciências da Linguagem, Comunicação e Artes da Universidade Pedagógica de Maputo com transmissão em directo pelas redes sociais do Jornal Generus. Na sua intervenção a Directora adjunta do CeCAGe, afirmou que quanto aos Direitos das Mulheres e Igualdade de Género, o País deu grandes avanços desde a Constituição da República de Moçambique de 1975 até a esta parte. Referiu, ainda, que “temos muitas e bonitas leis, mas há problemas na implementação”. Como solução, entre outros caminhos, apontou a necessidade da massificação e implementação das leis em pé de igualdade, o combate a corrupção nos setores de administração pública ea competência comunicativa dos juristas e dos difusores das leis, fazendo a disseminação dos instrumentos de forma simples, compreensiva e acessível.

Eventos

Africa Code Week

Africa Code Week em Moçambique. Estamos orgulhosos em anunciar que pela primeira vez em Moçambique, será realizado o maior evento de ensino e aprendizado de programação para crianças e jovens, Africa Code Week (ACW), organizado pelo programa MUVA em parceria com a MozDevz, CADE, ENPCT, UEM-CeCAGe Se gostas de Tecnologias e de Ensinar, inscreve-te pelo link :http://bit.ly/FormadorACW. Para mais informações, contacte: lainissimiwanda@gmail.com ou sonialmeidasantos@hotmail.com 841509222 ou 827684714 #africacodeweek #ACW #ACWMZ #ACWMOZ

Extensão, Formação

O desenvolvimento do país passa pela integração das mulheres na economia formal

A economia do país, em grande medida, está a ser gerida pelas mulheres que se encontram no sector informal e que, por isso, a sua contribuição não conta para o Produto Interno Bruto (PIB) do país. Graça Machel questiona como é que num país onde a economia é fundamentalmente gerida pelas mulheres elas estão excluídas da banca formal. A Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), que apresentou no evento Experiências sobre o Acesso às Finanças e Empoderamento Socio-económico das Mulheres em Moçambique, entende que o desafio do país para os próximos 15 anos, enquadrado nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, passa por integrar as actividades económicas das mulheres na economia formal. “A partir do momento em que as mulheres se integrarem na economia formal, elas começam a aprender a utilizar instrumentos mais sofisticados sobre a sua participação nessa economia”, disse. Lembrou aos presentes que a inclusão financeira no país não é um assunto apenas reservado as mulheres. Trata-se de uma questão de primordial importância para o desenvolvimento de uma nação e de transformação social. Segundo ela, todos os pronunciamentos feitos pela opinião pública, com recurso a Constituição da República e as demais leis em vigor, caem por terra enquanto não se ter em conta a centralidade da inclusão das mulheres na economia formal. Esclarece que a inclusão das mulheres não quer dizer uma mera participação desta camada na economia, mas antes, implica a presença das mulheres em lugares estratégicos de liderança e de gestão, na definição de políticas económicas, na definição das estratégias, dos planos, na implementação e na avaliação de actividades que visam a transformação social. Graça Machel diz haver, no país, um esforço muito tímido de incluir formalmente as mulheres em actividades de índole financeira. Para ela, a participação da mulher na banca formal não vai acontecer por si só, deve ser promovida vigorosamente. “Cabe ao Governo olhar para as suas políticas e definir mecanismos claros sobre como vai fazer a inclusão financeira das mulheres”, frisou. Num outro desenvolvimento Graça Machel reconheceu o facto de Moçambique ser referência na região e no mundo da participação da mulher em actividades políticas. Ela diz que os números são encorajadores mas pode discutir-se a qualidade dessa participação. A I Conferência Internacional sobre a Igualdade do Género foi uma organização conjunta do Centro de Coordenação de Assuntos do Género da UEM (CeCaGe) e da Cooperação Italiana.

Extensão, Formação

UEM acolhe I Conferência Internacional Sobre a Igualdade de Género

A Conferência é co-organizada pela UEM, através do Centro de Coordenação dos Assuntos de Género (CeCaGe) e a Cooperação Italiana para o Desenvolvimento e junta pesquisadores, representantes das instituições do Governo e do sector bancário, empreendedoras, organizações da sociedade civil, actores da cooperação internacional, para partilharem estudos, boas práticas, lições aprendidas e inovações sobre dinâmicas, perspectivas e desafios para as pequenas e médias empresas de mulheres em termos de sustentabilidade, potencial de desenvolvimento, criação de emprego, acesso às oportunidades de crédito; entre outros. Falando na ocasião, o Primeiro-Ministro de Moçambique, Dr. Carlos Agostinho do Rosário, congratulou-se com a UEM pela organização do evento, pois na sua perspectiva, constitui uma oportunidade ímpar para o debate e a partilha de experiências sobre um tema bastante actual e de grande importância na valorização e elevação do papel das mulheres no processo de desenvolvimento socioeconómico do País. Fez saber que, o Governo, reconhecendo o papel da mulher na sociedade, integra nas políticas e estratégias de desenvolvimento do país, a componente do género, através de acções que incluem a aposta na educação e formação da rapariga; a promoção da inserção da mulher no mercado de trabalho e a capitalização da criatividade e da capacidade empresarial da mulher. “O Governo tem estado a promover parcerias com o sector privado, visando a implementação de iniciativas de assistência à mulher empreendedora, entre as quais, a Feira PME Mulher Empreendedora; o programa ‘Conheça e use Financiamento PME’, que permite que mulheres com iniciativas empreendedoras tenham acesso estruturado ao financiamento, entre outras iniciativas”, sublinhou o Primeiro-Ministro. Por seu turno, a Vice-Reitora Académica da UEM, Profa. Dra. Ana Mondjana, referiu que a UEM estabeleceu no seu primeiro Plano Estratégico de 1999-2003, especificamente no objectivo estratégico 8, a necessidade de garantir a equidade de género, assumindo que “a educação é essencial para se alcançar a igualdade, desenvolvimento e paz e que contribui para uma relação de solidariedade entre homens e mulheres”. É para a materialização deste objectivo estratégico, que a UEM cria em 2008 o CeCaGe, através do qual tem vindo a envidar esforços visando a eliminação das desigualdades e garantir igual oportunidades de homens e mulheres que são agentes de mudanças e participantes activos no desenvolvimento económico sustentável. Nestes dois dias de debate, a conferência analisa profundamente o contexto em que as mulheres acedem ao crédito através da apreciação de vários temas tais como as características das pequenas e médias empresas de mulheres; o acesso das mulheres moçambicanas aos instrumentos financeiros para o desenvolvimento de actividades económicas; as ligações existentes entre estratégias e mecanismos de empoderamento económico e condição social das mulheres a nível do agregado familiar e da comunidade.

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UEM acolhe I Conferência Internacional Sobre a Igualdade de Género

A Universidade Eduardo Mondlane acolhe desde hoje (07 de Dezembro) a I Conferência Internacional sobre a Igualdade de Género e o Empoderamento das Mulheres. O evento, que decorre sob o lema “Mulheres empreendedoras e acesso ao crédito em Moçambique”, visa definir uma agenda de intervenção inovadora que aumente o acesso das mulheres ao crédito e aos serviços financeiros para melhorar a situação socioeconómica das mulheres empreendedoras no país, aumentando as possibilidades de emprego e participando deste modo nos esforços nacionais de promoção da igualdade de género. A Conferência é co-organizada pela UEM, através do Centro de Coordenação dos Assuntos de Género (CeCaGe) e a Cooperação Italiana para o Desenvolvimento e junta pesquisadores, representantes das instituições do Governo e do sector bancário, empreendedoras, organizações da sociedade civil, actores da cooperação internacional, para partilharem estudos, boas práticas, lições aprendidas e inovações sobre dinâmicas, perspectivas e desafios para as pequenas e médias empresas de mulheres em termos de sustentabilidade, potencial de desenvolvimento, criação de emprego, acesso às oportunidades de crédito; entre outros. Falando na ocasião, o Primeiro-Ministro de Moçambique, Dr. Carlos Agostinho do Rosário, congratulou-se com a UEM pela organização do evento, pois na sua perspectiva, constitui uma oportunidade ímpar para o debate e a partilha de experiências sobre um tema bastante actual e de grande importância na valorização e elevação do papel das mulheres no processo de desenvolvimento socioeconómico do País. Fez saber que, o Governo, reconhecendo o papel da mulher na sociedade, integra nas políticas e estratégias de desenvolvimento do país, a componente do género, através de acções que incluem a aposta na educação e formação da rapariga; a promoção da inserção da mulher no mercado de trabalho e a capitalização da criatividade e da capacidade empresarial da mulher. “O Governo tem estado a promover parcerias com o sector privado, visando a implementação de iniciativas de assistência à mulher empreendedora, entre as quais, a Feira PME Mulher Empreendedora; o programa ‘Conheça e use Financiamento PME’, que permite que mulheres com iniciativas empreendedoras tenham acesso estruturado ao financiamento, entre outras iniciativas”, sublinhou o Primeiro-Ministro. Por seu turno, a Vice-Reitora Académica da UEM, Profa. Dra. Ana Mondjana, referiu que a UEM estabeleceu no seu primeiro Plano Estratégico de 1999-2003, especificamente no objectivo estratégico 8, a necessidade de garantir a equidade de género, assumindo que “a educação é essencial para se alcançar a igualdade, desenvolvimento e paz e que contribui para uma relação de solidariedade entre homens e mulheres”. É para a materialização deste objectivo estratégico, que a UEM cria em 2008 o CeCaGe, através do qual tem vindo a envidar esforços visando a eliminação das desigualdades e garantir igual oportunidades de homens e mulheres que são agentes de mudanças e participantes activos no desenvolvimento económico sustentável. Nestes dois dias de debate, a conferência analisa profundamente o contexto em que as mulheres acedem ao crédito através da apreciação de vários temas tais como as características das pequenas e médias empresas de mulheres; o acesso das mulheres moçambicanas aos instrumentos financeiros para o desenvolvimento de actividades económicas; as ligações existentes entre estratégias e mecanismos de empoderamento económico e condição social das mulheres a nível do agregado familiar e da comunidade.

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